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Doenças ligadas à obesidade devem custar US$ 1,2 trilhão
Fonte: O Globo
Notícia publicada em: 11/10/2017
Autor: Indefinido

Incidência de obesidade em crianças e adolescentes no mundo é dez vezes maior do que na década de 70. Um relatório divulgado ontem pela Federação Mundial de Obesidade (WOF, na sigla em inglês) mostra que o tratamento de doenças relacionadas à obesidade, como problemas cardiovasculares, câncer e diabetes custarão ao mundo cerca de US$ 1,2 trilhão por ano a partir de 2025. O estudo mostra que as políticas de prevenção podem não apenas melhorar o bem-estar das pessoas, mas reduzir as despesas dos sistemas de saúde.



— Os custos médicos anuais do tratamento das consequências da obesidade são alarmantes — afirmou Ian Caterson, presidente da organização, em entrevista ao “Guardian”.


 


— A vigilância contínua da WOF mostra que a prevalência da obesidade aumentou dramaticamente ao longo dos últimos dez anos, com uma estimativa de 177 milhões de adultos sofrendo do tipo mais severo da doença em 2025. Está claro que os governos precisam agir agora para reduzir esse prejuízo sobre suas economias.



O relatório estima que, em 2025, existirão 2,4 bilhões de adultos com sobrepeso e 800 milhões de obesos no mundo. Muitos deles precisarão de atendimento médico por doenças decorrentes dessa condição. Segundo a Organização Mundial da Saúde, as doenças relacionadas à obesidade matam hoje 2,8 milhões de pessoas anualmente, o que já é considerado uma epidemia.


 


NOS EUA, CONTA É MAIS ALTA


 


Os Estados Unidos pagarão a maior conta. Segundo a estimativa, os gastos médicos com doenças relacionadas à obesidade subirão de US$ 325 bilhões em 2014 para US$ 556 bilhões em 2025. No acumulado entre 2017 e 2025, os gastos serão de US$ 4,25 trilhões. Outras nações, especialmente as emergentes, também terão despesas crescentes.



No Brasil, os custos anuais com problemas de saúde ligados ao excesso de peso subirão de US$ 16,7 bilhões em 2014 para US$ 34 bilhões em 2025. Para os próximos oito anos, a estimativa de gastos é de US$ 252 bilhões.



— O impacto será enorme em países de renda média, como no Oriente Médio e na América Latina — avaliou Tim Lobstein, diretor de políticas da WOF. — Estas são as regiões em que a obesidade entre crianças e adultos vem crescendo nos últimos anos.



Johanna Ralston, diretora executiva da federação, defende ações como a limitação da venda de bebidas açucaradas:



— Agora existe foco nestes produtos, e assim como ocorreu com o tabaco, precisamos achar algo que seja tangível e mensurável para os governos.

 



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